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Quem, de fato, está no controle?

  • jumader9
  • 16 de dez. de 2022
  • 1 min de leitura

As práticas de experimentação atribuem outras formas e expectativas às coisas, um olhar multifacetado. Podemos dar funcionalidades diferentes a um mesmo objeto quando criamos um protótipo e deste modo, nós fazemos o design das coisas e as coisas designam funções a nós.

Pensando literalmente no controle da televisão: eu tenho o controle, ou, o controle me estabiliza?... Quem de fato está no controle?... como me comporto na falta deste controle (da televisão)? Qual é o (meu) controle que existe?


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Não temos controle do tempo e do espaço (presente e principalmente, sobre o futuro). As inovações e mudanças são independentes e precisamos trabalhar a simbiose humanos e não-humanos. Não se trata de substituições ou escolhas, mas de aplicabilidades díspares. Quando entendemos essa associação como um processo coletivo, concebemos os pontos divergentes como uma oportunidade de associação numa contínua dinâmica de articulação sobre nossos comportamentos, interações e sensações – é pensar na simples troca de informações e experiências para melhorar produtos e entender soberanamente os usuários e, neste sentido, o controle perde o sentido - o domínio está na instabilidade.


Referências:

MEYER, G. A Experimentação como Espaço Ambivalente de Antecipação e Proposição de Controvérsias. Revista Estudos em Design. Rio de Janeiro: v.26/n.1, p. 29–47. 2018.


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