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God Doesn´t Play Dice




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God doesn´t play Dice. Mas só ele é onisciente e pode abir mão da experimentação - da tentativa, erro, aprendizado. Nós, humanos, precisamos experimentar. “We´re all mad here, but all the best people are” - as palavras de Lewis Carrol em Alice no País das Maravilhas nos lembram do descontrole inerente à existência humana. E vão além, atribuindo valor a ele. O cenário em constante mudança, como a queda na toca do coelho, simboliza a transformação e a busca de identidade. A atmosfera oscila entre o familiar e o estranho, refletindo a jornada de autoconhecimento de Alice. Assim, também eu, me distancio e me aproximo do meu Eu-pesquisadora, dialogando entre o que sei e o novo, em cada texto que me aventuro. No tique-taque do relógio, a lembrança dos prazos a serem cumpridos, ainda que mais curtos do que o exequível - reforçada pela ciclicidade de sucessivas idade e vindas: é quase hora ou já passou da hora? Onde fica o ponto de equilíbrio? A atmosfera de caos e incoerência do País das Maravilhas - com seu exército de cartas marcadas, sua rainha tirana e seu tempo continuamente insuficiente parece espelhar a realidade ao nosso redor. Entretanto, como transformar a realidade e criar bem estar social em um mundo que consome o futuro antes mesmo que ele chegue? Nem Alice no País das Maravilhas foi capaz de produzir tal aura de nonsense. Passo os dados entre os dedos, e penso: quantas vezes é preciso experimentar, para des-vendar(-nos)? Não sei se a resposta a esta pergunta é um número ou um fenômeno esperançoso…


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