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E se?


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2018. Malas prontas para o Japão. Faltando uma semana para o embarque, Kim Jong-un dispara mísseis norte-coreanos sobre a ilha, atingindo o Oceano Pacífico. Trump promete retaliação.

Decidimos manter os planos: se é para morrer, que seja na Terra do Sol Nascente.

Chegando lá, prontamente questionei uma das primeiras pessoas que conheci. Vocês não temem um possível conflito? A resposta inesquecível veio sem titubear: "não tememos o que está além do nosso controle".

O texto de Roy Scranton provocou muitas reflexões sobre esta interlocução. Ultrapassamos os limites do recuperável e o desastre é iminente. Modificamos tão intensamente a Terra que estamos a ponto de entrar em uma nova era geológica, "o antropoceno", que coloca em risco a própria sobrevivência humana e que ironicamente significa "a era do homem". Será que o desfecho é realmente incontrolável?

Somos nós tão inclinados ao materialismo e ao poder a ponto de destruir a própria existência? Seguindo o que anuncia Scranton, ou nos mantemos desatentos, como se o amanhã pudesse ser como o ontem, ou nosso desapego acabará sendo total. Os tanatofóbicos que me desculpem mas, como diria Mandela, "A morte é inevitável".

Mas e a Terra? Perecerá também? Segundo especialistas, a história mostra que logo após perdermos o posto de animais dominantes no planeta, ocorrerão mudanças fundamentais no planeta. Mas, que, este porém, resistiria a tudo.


De qualquer forma, esta pergunta motiva diversas especulações. E se?


Protótipo C inspirado no artigo/relato de Roy Scranton, Learning How to Die in the Anthropocene.


Trilha: Another Brick in the Wall - Performed by Pink Floyd

Written by

Roger Waters



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