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BIOCENTRISMO NO CORREDOR DO SAMBA: entre o silenciamento e a resistência

Alice Castiel

Carolina Marquis

Luciano Braga


Resumo: Este trabalho realiza um estudo de design estratégico, aplicando uma epistemologia biocêntrica ampliada que incorpora não apenas os seres vivos à leitura do Corredor do Samba de Porto Alegre. Ancorado em Taylor, Latour, Haraway, Tsing e Krenak, o estudo propõe um método de sobreposição cartográfica em cinco etapas (mergulho no território, identificação do elemento recorrente, sobreposição fundadora, verificação empírica e síntese em artefato de dupla camada) para revelar relações não antropocêntricas em territórios culturais. A pesquisa identifica a água, especialmente o Arroio Dilúvio, como eixo estruturante, evidenciando que os caminhos históricos do samba e da presença negra coincidem com antigos cursos hídricos hoje canalizados. Conclui-se que a modernização urbana produziu um "duplo apagamento": das águas, das comunidades negras e dos territórios do samba, todos deslocados do centro para a periferia. O artigo ainda sugere possíveis aplicações do método ao mapeamento de outros territórios culturais e cruzamentos com outros elementos biocêntricos.


Palavras-chave: Biocentrismo; Corredor do Samba; Hidrografia; Design Estratégico; Experimentação.



INTRODUÇÃO


A epistemologia biocêntrica tem como base o deslocamento da centralidade do humano ao reconhecer como igualmente importantes e relevantes os demais seres vivos. Alternativamente ao antropocentrismo, que organiza o conhecimento a partir das percepções humanas, a lente biocêntrica propõe que a vida, em suas múltiplas formas, seja o ponto de partida para compreender um fenômeno ou um contexto. 


Neste trabalho, nos permitimos ampliar esse deslocamento: o território não é formado apenas por seres vivos, mas também por todos os elementos que participam da constituição da vida que ali existe. Nesse entendimento, além de animais, plantas, bactérias, entre outros organismos, englobam-se a água, os diferentes tipos de solo, o ar, a luz solar, os nutrientes e os minerais necessários à vida. 


Fazemos essa expansão da visão biocêntrica por entender que, sem esses elementos, a própria vida não seria possível. Logo, os seres vivos não estão “isolados” no território. Eles formam uma relação com cada elemento existente ali, e por isso devemos olhar para o todo. 


Essa ampliação do panorama epistemológico dialoga com o campo, de forma a enriquecer ainda mais sua atuação, visto que durante o mestrado em Design Estratégico aprendemos sobre a importância de desenvolvermos um olhar cada vez mais atento e amplo para as possíveis relações existentes no contexto em que vamos trabalhar. Se o Design Estratégico atua sobre sistemas de relações, atores e sentidos, o biocentrismo da forma como estamos usando amplia ainda mais o conjunto de atores legítimos.


O cliente proposto pelo briefing foi o Corredor do Samba de Porto Alegre, uma cartografia de lugares que compõem a memória do samba e da presença negra na cidade, desenvolvida a partir da exposição Corredor do Samba de Porto Alegre: o Arroio Dilúvio e a Negritude Gaúcha, do Instituto de Cultura da PUCRS. O encontro entre esse território e a episteme do biocentrismo gerou a pergunta que orientou o grupo: que ecologias habitam esse território, além dos humanos?


Para a pesquisa ser a mais rica e profunda, nada melhor que olhar para o território a partir de uma visão mais inclusiva possível, de modo a não “apagar” — como foi feito com o próprio território e seu passado — nenhum elemento ou cultura. 


Definida essa abordagem mais ampla e do entendimento da relação entre o Corredor do Samba e a história hidrográfica de Porto Alegre, chegamos na nossa questão de pesquisa: que relações emergem quando o Corredor do Samba é lido pela hidrografia da cidade?


O objetivo do projeto foi desenvolver um método de leitura que contribuísse para que outras pesquisas conseguissem fazer relações dentro de territórios para além da visão antropocêntrica, de forma a revelar descobertas, potências e  possíveis interpretações para além do senso comum.



DESENVOLVIMENTO


O biocentrismo, na formulação clássica de Taylor (1986), parte do princípio de que todo organismo vivo possui um valor inerente, independente da utilidade que representa para os seres humanos, e defende que cada ser vivo constitui um centro teleológico próprio, com fins e processos vitais que merecem respeito moral por si mesmos. Essa formulação recusa que o valor da natureza dependa do julgamento humano, mas permanece centrada na vida orgânica como unidade de referência, o que limita seu alcance quando o território em estudo é constituído tanto por organismos quanto por elementos que não respiram, não se reproduzem e ainda assim organizam a vida ao seu redor, como é o caso da água no Corredor do Samba. Para dar conta dessa ampliação, o grupo recorreu a quatro autores que, cada um a seu modo, deslocam a fronteira entre o vivo e o não vivo, entre o humano e o não humano, sem abandonar o compromisso ético que originou o biocentrismo de Taylor.


O ponto de partida dessa articulação é a crítica de Latour (1994) à Constituição moderna, que, segundo o autor, inventou duas zonas ontológicas distintas, a dos humanos e a dos não humanos, e sustentou essa separação apesar de ela jamais ter existido na prática. Se Taylor ainda opera dentro de uma lógica em que o sujeito moral humano concede respeito ao objeto natural, Latour retira o próprio chão dessa distinção ao mostrar que humanos e não humanos sempre estiveram misturados em redes híbridas. Essa mistura autoriza o grupo a tratar a água do Arroio Dilúvio como parte constitutiva do território, tão ativa em sua formação quanto os agentes humanos que nele circulam.


Essa mistura ganha dimensão narrativa em Haraway (2023), para quem importa quais histórias contam histórias e quais mundos produzem mundos. A autora desloca o problema de uma questão ontológica, sobre o que existe e como se relaciona, para uma questão de método, sobre quais narrativas o pesquisador escolhe contar e que efeitos essas narrativas produzem no mundo. É esse deslocamento que sustenta a decisão do grupo de tratar a coincidência entre os caminhos da água e os caminhos do samba como uma história a ser contada de um jeito que produza um mundo onde essa relação volte a ser visível.


Tsing (2019) aprofunda essa mesma direção ao afirmar que é preciso desafiar a separação analítica entre natureza e cultura, e ao observar que os não humanos respondem às práticas humanas de maneiras que escapam ao design e ao controle humano. Essa ideia de resposta não controlada é o que o grupo encontrou em campo, quando a água canalizada e ocultada pela modernização de Porto Alegre reapareceu, ainda assim, nos mesmos pontos onde a memória negra e o samba resistiram, um efeito que nenhum planejamento urbano previu ou desejou.


Por fim, Krenak (2020) fecha essa articulação ao insistir que, quando fala de humanidade, não está falando somente do Homo sapiens, e que toda vida que deliberadamente largamos à margem do caminho faz parte dessa humanidade ampliada. Essa formulação permite ler o duplo apagamento identificado pelo grupo, o das águas canalizadas e o das populações negras deslocadas para a periferia, como duas faces de uma mesma operação de exclusão, e é o que autoriza o grupo a elevar a água à condição de epistemologia, o dispositivo pelo qual o Corredor do Samba passa a ser lido de outra forma.


Implicações dos pilares da pesquisa em Design e dos Devires da Práxis em Design Estratégico


Para este trabalho, podemos fazer a relação da nossa atuação com vários dos devires do Design Estratégico propostos por Débora Barauna (2025). Para a autora, os devires compreendem os atos e movimentos que o “designer estratégico precisa assumir, e transformar-se a partir deles, para criar valor, produzir sentidos e propor futuros sustentáveis e inovadores” (Barauna, 2025).


A primeira relação que podemos fazer se dá com o devir “pensar e fazer com”, prática apoiada na simpoiese de Haraway (2023). Barauna define esse devir como o fazer-com, no sentido de fazer em companhia, “com uma multiplicidade de atores humanos e não-humanos“ (Barauna, 2025), e envolvendo o pensar-com,  “por meio do pluriverso, cosmovisões ou narrativas que se afastam de perspectivas e histórias únicas” (Barauna, 2025). Quando, por exemplo, o Arroio Dilúvio deixa de ser cenário e passa a ser ator da pesquisa, estamos colocando esse devir em prática.


Outra relação se dá com o devir “inovação de significado”. Ao confrontar a leitura antropocêntrica do território do briefing, nosso método trouxe um novo sentido para o Corredor do Samba, como uma rede em que água e cultura compartilham de uma história em comum.


O método para leitura relacional de território por sobreposição de camadas


O método proposto pelo grupo é a leitura relacional de um território por sobreposição de camadas cartográficas. O que inicia o método é sempre um mapa de uma região, seja ela do tamanho que for, para depois o olhar para esse mesmo espaço na busca por elementos não humanos recorrentes, que, uma vez identificado, passa a ser o componente direcionador de uma segunda leitura do mesmo espaço. 


A originalidade do método repousa sobre dois pontos. Primeiro, o elemento organizador da segunda leitura não é definido previamente pelo pesquisador, mas precisa emergir do próprio território durante o levantamento aberto, o que abre espaço para infinitas possibilidades de pesquisa. Segundo, a entrega final não é apenas um relatório ou diagnóstico, mas sim um artefato navegável de dupla camada (ou até mais), que materializa a coincidência encontrada e permite que qualquer pessoa possa fazer suas próprias relações.


O método se estrutura nas cinco etapas abaixo:

  1. Mergulho inicial no território. Observação aberta do território, registrando todos os elementos não humanos presentes, sem filtro definido de antemão.

  2. Identificação do elemento recorrente. Do levantamento aberto, emerge um elemento que se repete com mais força que os outros e passa a ser adotado como eixo do método.

  3. Sobreposição fundadora. O mapa cultural original do território é sobreposto a um mapa organizado pelo elemento identificado na etapa anterior, revelando coincidências ou divergências espaciais entre os dois.

  4. Verificação empírica da coincidência. Trabalho de campo e escuta voltados a confirmar se a coincidência encontrada na etapa 3 é percebida por quem vive o território, sem induzir essa percepção diretamente.

  5. Síntese como produto de dupla camada. O resultado final materializa a sobreposição em forma de artefato navegável, permitindo alternar entre a camada cultural original e a camada do elemento identificado.


A coleta de dados e combinou diferentes formatos: observação aberta em campo, com passeio à Escola Acadêmicos da Orgia seguida de caminhada pela região no entorno da Escola; pesquisa documental sobre Biocentrismo, Corredor do Samba e hidrografia histórica de Porto Alegre, utilizando livros e busca na internet; e conversas de campo, com pessoas da Escola Acadêmicos da Orgia e com a curadora do Corredor do Samba, Sátira Machado. 



RESULTADOS E DISCUSSÃO


Após a apresentação sobre o Corredor do Samba, realizada pela curadora Sátira, nosso próximo passo foi um mergulho no território para mapear quais elementos não humanos. Além da flora e da fauna locais, chamaram nossa atenção o papagaio, mascote da Escola de Samba, e o Arroio Dilúvio, que passa em frente ao endereço da Escola. 


Desse primeiro levantamento, enxergamos a água como o elemento de maior força, pois ela circunda quase todos os pontos históricos do Corredor do Samba. A própria representação do Corredor, a imagem que resume a rota do Samba em Porto Alegre e que foi apresentada no briefing, tem a água como elemento de forte presença.


Ilustração do Corredor do Samba de Porto Alegre.
Ilustração do Corredor do Samba de Porto Alegre.

Em um primeiro olhar no mapa de Porto Alegre atual, a relação poderia passar despercebida, mas comparando os mapas antigos da hidrografia da região, pode-se perceber como água e Samba estavam juntos desde o começo. Nasceu assim a sobreposição fundadora: o mapa do Corredor do Samba sob o mapa antigo de Porto Alegre. Ao percorrer os caminhos da água, foi possível mapear cada local do Corredor do Samba e confirmar nossa hipótese de que os territórios da memória negra e do carnaval se organizavam ao longo do Arroio Dilúvio e de outros arroios hoje canalizados, bem como ao longo das margens do Guaíba.


Dessa relação que foi descoberta, nasceu a interpretação de que a modernização de Porto Alegre produziu um duplo apagamento. De um lado, as águas foram canalizadas, redirecionadas, ocultadas, oprimidas. O que era um rio sinuoso e que percorria diversos bairros da cidade se tornou um arroio retilíneo. Já os territórios do Samba, antes dispostos no que hoje entendemos como a região central da cidade, foram deslocados para a periferia, perdendo protagonismo frente ao aumento da cidade. 


Protótipo criado pelo grupo para visualização da relação entre água e samba.
Protótipo criado pelo grupo para visualização da relação entre água e samba.

Água e Samba compartilham, então, de uma mesma trajetória de silenciamento e resistência. O que se encontra de água e samba na região central da cidade, sejam Escolas de Samba, sejam bicas, pequenos lagos e chafarizes, são produtos de resistência ativa. Sobrevivem, apesar da modernização da cidade. 


A visita de campo concentrou-se na verificação empírica dessa interpretação. A conversa realizada junto à escola de samba Acadêmicos da Orgia foi organizada em torno do critério de registrar quando e como a água aparece espontaneamente na fala das pessoas, sem induzir essa percepção. 


Nosso deslocamento pelo território seguiu a lógica das ruas e avenidas, e não o curso das águas. Refletimos que um deslocamento orientado pela hidrografia teria produzido observações diferentes, possivelmente mais próximas da relação entre território e água que buscávamos investigar. Essa constatação foi incorporada ao método como recomendação para aplicações futuras.


A síntese da coleta materializou-se no mapa navegável de dupla camada. O mapa é o objeto que consolida a lógica das fases anteriores. Sua navegação permite alternar entre a camada cultural e a camada hídrica, de modo que quem o usa enxerga a mesma coincidência que encontramos no início da pesquisa.



CONTRIBUIÇÕES FINAIS, APRENDIZAGEM E FUTUROS


A possibilidade de um procedimento que expande a visão do contexto para leituras não antropocêntricas é uma contribuição valiosa para o campo do Design Estratégico. E para isso não é necessário um entendimento do biocentrismo ou de muitas etapas complexas. Basta a pessoa pesquisadora, partindo de um mapa, adicionar a ele as seguintes camadas: o território de partida — um bairro histórico, uma região turística, uma comunidade periférica, uma cultura intangível — e um ou mais elementos não humanos — vegetação, relevo, fauna específica ou tipo de solo — disponíveis na região estudada. A partir dessas sobreposições,  o caminho para uma interpretação biocêntrica já estará visível, permitindo que a pesquisa possa sair de uma visão centrada nos humanos e nas histórias contadas apenas sobre esse olhar.


Já para o território, fica a contribuição da descoberta de uma relação antiga, mas não nomeada, que é a conexão entre os caminhos do samba e os caminhos das águas. A relação, que se soma e aprofunda a já conhecida história do samba em Porto Alegre, fortalece a narrativa da importância da presença dessa cultura dentro das regiões centrais da cidade. Se entender como uma comunidade que foi expulsa para as periferias reforça a ideia de que as regiões centrais, assim como eram da água, já foram suas. Para que continuem resistindo, se apropriar desse passado é importantíssimo.


Entre as limitações, destacam-se três. Primeiro, a verificação empírica foi realizada em um único ponto do corredor, o que restringe a generalização da coincidência para todo o território. Segundo, o deslocamento em campo seguiu a malha viária, e não a hidrografia, o que pode ter reduzido a sensibilidade das observações. Terceiro, o tempo da disciplina limitou o número de escutas realizadas.


Quanto à relação do biocentrismo com as demais epistemologias trabalhadas pela professora nesse desafio específico, podemos dizer que o nosso chapéu se aproxima mais das epistemologias da ancestralidade, do pluriverso e do feminismo. Com a ancestralidade, o biocentrismo compartilha a ideia de que o território é habitado por atores que vão além do humano. Com o pluriverso, compartilha a negação de uma narrativa única de mundo. E com o feminismo, se aproxima pela noção do saber situado. O biocentrismo está mais distante do empirismo e dos algoritmos, pois o primeiro baseia o conhecimento na experiência humana, e apenas nela, e o segundo opera na lógica da abstração e quantificação, enquanto a visão biocêntrica exige subjetividade e relação.


Como perspectivas de futuro, o método pode ser aplicado a outros trechos do Corredor do Samba e a outros territórios culturais de Porto Alegre, e o mapa navegável pode evoluir para uma plataforma pública, alimentada pelas próprias comunidades. Para o território, abre-se a possibilidade de que a pauta das águas urbanas e a pauta da memória negra sejam tratadas como uma agenda comum.


Como aprendizagem, o grupo destaca a experiência de suspender categorias prévias e deixar o território indicar seu eixo de leitura. Apesar do difícil entendimento inicial de como aplicar essa epistemologia no território do briefing, com o tempo o biocentrismo deixou de ser um conceito abstrato e tornou-se uma prática concreta de pesquisa, com implicações diretas sobre como definimos problemas, escutamos territórios e, consequentemente, saímos de uma visão tão centrada no humano para um olhar mais amplo e diverso.



REFERÊNCIAS


BARAUNA, D. Devires do Design Estratégico no paradigma da Sustentabilidade e Inovação. In: Guilherme Englert Corrêa Meyer. (Org.). Design Estratégico em Transição. 1ed.Curitiba/PR: Insight, 2025, v. 1, p. 50-79.


DIÁRIO GAÚCHO. Mapas ilustram a história do Carnaval e do samba negro de Porto Alegre. Porto Alegre, ago. 2024. Disponível em: https://diariogaucho.clicrbs.com.br/dia-a-dia/noticia/2024/08/mapas-ilustram-a-historia-do-carnaval-e-do-samba-negro-de-porto-alegre-clzd34c9y00yw01635qsjnvl5.html. Acesso em: 22 jul. 2026.


HARAWAY, Donna J. Ficar com o problema: fazer parentes no Chthluceno. Tradução de Ana Luiza Braga. São Paulo: n-1 edições, 2023.


KRENAK, Ailton. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020.


LATOUR, Bruno. Jamais fomos modernos: ensaio de antropologia simétrica. Tradução de Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34, 1994.


PAULA, Gabrielle de. Do nosso chão: sambistas de Porto Alegre resgatam sua ancestralidade em espaços de origem negra. Nonada Jornalismo, Porto Alegre, 2 dez. 2024. Disponível em: https://www.nonada.com.br/2024/12/do-nosso-chao-sambistas-de-porto-alegre-resgatam-sua-ancestralidade-em-espacos-de-origem-negra/. Acesso em: 22 jul. 2026.


PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL. Instituto de Cultura. Corredor do samba de Porto Alegre: o Arroio Dilúvio e a Negritude Gaúcha. Porto Alegre: PUCRS, 2024. Disponível em: https://www.pucrs.br/cultura/projetos/corredor-do-samba/. Acesso em: 22 jul. 2026.


TAYLOR, Paul W. Respect for Nature: a theory of environmental ethics. Princeton: Princeton University Press, 1986.


TSING, Anna Lowenhaupt. Viver nas ruínas: paisagens multiespécies no Antropoceno. Tradução de Thiago Mota Cardoso, Rafael Victorino Devos, Maritana Altenfelder de Arruda Campos Neves e Viviane Vedana. Brasília: IEB Mil Folhas, 2019.



NOTA FINAL:

Programa: PPGDesign | Unisinos

Disciplina: Métodos Avançados de Pesquisa em Design

Briefing: Território do Samba de Porto Alegre/RS

Atividade: 6 Chapéus Epistemológicos e a Pesquisa em Design Estratégico

Professores: Dra. Debora Barauna e Dr. Tiago Ricciardi Correa Lopes

Semestre: 2026-1


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