Empirismo no Território do Samba: Cartografia do Molejo Comunitário
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Karine Adiers
Luciana Felício Rublescki
Sophia Nagelstein
Resumo:
Este trabalho investiga como os saberes produzidos no cotidiano de escolas de samba podem ser identificados, cartografados e transformados em experiências educativas. Fundamentada na epistemologia empirista, a pesquisa busca compreender conhecimentos construídos por meio da experiência, da convivência e da participação comunitária, valorizando aquilo que pode ser observado diretamente nas práticas do território. Para isso, foram realizadas visitas de campo, observação participante e conversas com integrantes da comunidade, permitindo identificar os chamados saberes do molejo: capacidades de criação, adaptação, colaboração, improvisação e transmissão cultural presentes no universo do samba. Como principal resultado, foi proposto o Método de Cartografia do Molejo Comunitário, desenvolvido para identificar e tornar visíveis capacidades produzidas nas relações entre pessoas, práticas, materiais, memórias e elementos do território das escolas de samba. A aplicação do método possibilitou a construção de uma Cartografia dos Saberes do Molejo, utilizada como base para o desenvolvimento das Aulas de Molejo.
Palavras-chave: Empirismo, Território do Samba, Molejo, Educação Comunitária, Design Estratégico
INTRODUÇÃO
O empirismo compreende que o conhecimento humano é produzido a partir da experiência, da observação e do contato direto com o mundo. Em oposição à ideia de conhecimentos inatos ou verdades universais, essa perspectiva entende que aprendemos por meio da interação com a realidade, construindo saberes a partir daquilo que percebemos, fazemos e vivemos (BACON, 1999; LOCKE, 2012; HUME, 2004). No contexto da pesquisa em Design Estratégico, essa perspectiva desloca a atenção para os conhecimentos produzidos no cotidiano das pessoas e das comunidades. Mais do que investigar discursos sobre um território, interessa acompanhar processos, relações e práticas vividas no campo. O pesquisador deixa de ser um simples observador e passa a integrar a experiência investigada, produzindo conhecimento ao mesmo tempo em que é transformado pelos encontros, afetos e aprendizagens que emergem do território.
A pesquisa aproxima-se especialmente da contribuição de Timothy Ingold, para quem o conhecimento emerge do engajamento direto com o mundo. Aprender não significa acumular informações, mas desenvolver habilidades por meio da experiência. Da mesma forma, Elizabeth Sanders argumenta que conhecimentos importantes podem ser encontrados não apenas no que as pessoas dizem, mas também no que fazem e produzem. Sob essa perspectiva, as escolas de samba não são observadas apenas como instituições carnavalescas, mas como um espaço de produção coletiva de conhecimento. Mais do que transmitir saberes prontos, a escola cria condições para que memórias, habilidades, valores e práticas culturais sejam construídos e reconstruídos continuamente por meio da participação, da convivência e das conexões estabelecidas na vida comunitária.
O Território do Samba de Porto Alegre é reconhecido por sua contribuição histórica para a cultura afro-gaúcha e para a construção de identidades coletivas ligadas ao carnaval. Entretanto, as observações realizadas durante as visitas de campo revelaram que a atuação da escola de samba ultrapassa amplamente o período carnavalesco: ao longo do ano, a Acadêmicos da Orgia, escola visitada para o desenvolvimento deste projeto, desenvolve atividades relacionadas à música, dança, culinária, produção de figurinos, organização comunitária, reaproveitamento de materiais e preservação da memória negra do território. Muitas dessas práticas são aprendidas informalmente através da convivência entre gerações e da participação ativa na vida da escola. No entanto, esses conhecimentos raramente são reconhecidos como processos educativos estruturados.

Figura 1: Fachada da escola de samba Acadêmicos da Orgia.
Fonte: Acervo das autoras (2026).
Durante a visita de campo à escola, surgiu o conceito de molejo como um elemento recorrente nas práticas observadas. Inicialmente associado ao samba e à dança, o molejo passou a ser entendido pelo grupo como uma capacidade mais ampla de criar soluções, adaptar-se às dificuldades, reutilizar recursos e aprender fazendo. Essa característica aparece em diferentes situações do cotidiano da escola, como o reaproveitamento de fantasias, a customização de figurinos, a organização de eventos, a preparação de alimentos, a construção e manutenção de instrumentos, as aulas de bateria e samba e a transmissão de conhecimentos entre gerações.
A partir dessa percepção, surgiu a questão de pesquisa: como os saberes produzidos e compartilhados na Escola de Samba Acadêmicos da Orgia podem ser cartografados e transformados em Aulas de Molejo? Para responder a essa questão, propõe-se a Cartografia do Molejo Comunitário, um método desenvolvido para identificar e mapear capacidades de criatividade, improvisação, reaproveitamento e resolução de problemas presentes nas escolas de samba, tornando visíveis conhecimentos que muitas vezes passam despercebidos por fazerem parte do cotidiano da comunidade.
O objetivo do método é cartografar e identificar conhecimentos presentes no dia a dia da escola, atividades com potencial educativo, recursos que podem ser reaproveitados e conexões entre o samba, a negritude e a história do território, estruturando uma cartografia capaz de valorizar e fortalecer esses saberes comunitários.

Figura 2: Visita da turma à escola de Samba Acadêmicos da Orgia.
Fonte: Acervo das autoras (2026).
DESENVOLVIMENTO
A pesquisa fundamenta-se na epistemologia empirista, que compreende o conhecimento como resultado da experiência sensível, da observação e do envolvimento direto com o mundo. Em vez de partir de teorias abstratas sobre o território, o projeto busca identificar conhecimentos que emergem das práticas observadas na Escola de Samba Acadêmicos da Orgia.
Francis Bacon contribui para a valorização da observação dos fenômenos concretos como base para a construção do conhecimento (BACON, 1999). Timothy Ingold permite compreender os saberes da escola de samba como conhecimentos construídos no fazer e na participação (INGOLD, 2000; 2013). Já Elizabeth Sanders reforça a importância dos conhecimentos produzidos nas relações coletivas e nas práticas cotidianas da comunidade (SANDERS; STAPPERS, 2012).
Posicionalidade: O grupo assume uma posição de escuta, observação e valorização dos saberes já existentes na comunidade, evitando impor soluções externas ao território.
Pensar e Fazer Com: A construção do conhecimento ocorre junto à comunidade da Acadêmicos da Orgia, reconhecendo seus integrantes como produtores legítimos de conhecimento.
Situado: O molejo é compreendido como um fenômeno específico daquele território, resultado de sua trajetória histórica, cultural e social.
Intencionalidade: O projeto pretende fortalecer a transmissão de saberes afro-brasileiros e comunitários por meio da criação de experiências educativas baseadas nas práticas já existentes na escola.
O método “Cartografia do Molejo Comunitário” busca identificar atividades, conhecimentos, materiais e práticas já existentes na escola de samba que possam ser transformados em experiências educativas para crianças e jovens. Neste trabalho, o termo comunitário não se restringe aos sujeitos humanos, incluindo também materiais, práticas, objetos, memórias e elementos do território que participam da produção e transmissão dos saberes observados.
Mais do que mapear atividades ou produzir conteúdos, o método busca compreender como saberes são produzidos, compartilhados e transformados em soluções diante de diferentes limitações. Essa cartografia permite estruturar Aulas de Molejo adaptadas às especificidades de cada território. Diferentemente de cartografias tradicionais voltadas ao mapeamento de atores, problemas ou fluxos, o método concentra-se na identificação de capacidades comunitárias de inovação e adaptação produzidas no cotidiano. O molejo é entendido como a capacidade de aprender fazendo, improvisar, colaborar, criar soluções, reaproveitar recursos, valorizar a ancestralidade e transmitir cultura.
Desenho de visão geral do Método:
Etapa 1 - Observar o fazer: Identificar práticas realizadas naturalmente pela comunidade (O que eles fazem?)
Etapa 2 – Compreender a função: Encontrar qual problema aquela prática resolve (Que dificuldade está sendo superada aqui?)
Etapa 3 – Revelar o molejo: Entender qual capacidade permitiu resolver esse problema (O que tornou essa solução possível?)
Etapa 4 – Traduzir o Saber: Transformar a prática em conhecimento transmissível (Isso pode ser ensinado?)
Etapa 5 – Repassar o Molejo: Projetar oficinas, experiências ou ações que façam esse conhecimento circular novamente.
A coleta de dados foi realizada por meio de observação participante, conversas informais com integrantes da comunidade, relatos compartilhados, registros fotográficos e anotações em diário de campo. A análise consistiu na identificação e classificação dos saberes observados a partir de seus diferentes modos de aprendizagem e transmissão. Como síntese, os dados foram organizados na forma de uma Cartografia do Molejo Comunitário, reunindo práticas, conhecimentos e experiências que expressam capacidades de criatividade, adaptação, reaproveitamento e construção coletiva presentes no cotidiano da escola de samba.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
O projeto iniciou investigando a construção da identidade dentro do Território do Samba, e ao longo da pesquisa emergiu uma percepção recorrente: a escola de samba funciona também como um espaço de aprendizagem. Os integrantes constantemente descrevem processos de ensino, formação e compartilhamento de conhecimentos, seja através da bateria, das oficinas, da dança ou da própria convivência dentro da escola. O conceito de molejo passou então a representar não apenas uma habilidade corporal associada ao samba, mas uma forma de aprender, criar e resolver situações coletivamente.
Essa percepção apareceu em diferentes momentos da pesquisa. A bateria reúne crianças, jovens e adultos, criando um ambiente onde se aprende pela prática e pela convivência com os outros integrantes. Durante a visita, Débora, diretora de marketing da escola, relatou a intenção de retomar aulas de dança para crianças e comentou sobre recursos destinados à realização de oficinas de música, dança e informática voltadas ao turno inverso escolar. Também chamou atenção a presença constante de práticas de reaproveitamento de materiais, reutilização de fantasias e adaptação dos recursos disponíveis, mostrando como a criatividade e o improviso fazem parte do cotidiano da escola.
Os saberes observados foram organizados em diferentes categorias. No campo do ritmo, destacaram-se as atividades relacionadas à bateria, percussão e musicalidade. No campo do corpo, identificaram-se saberes ligados ao samba e à expressão corporal. Também foram observadas práticas criativas relacionadas à customização de figurinos, produção de adereços e reaproveitamento de materiais. No âmbito comunitário, apareceram atividades de organização de eventos, preparação de alimentos e cuidado coletivo. Por fim, foram identificados saberes ligados à memória, à ancestralidade afro-brasileira e à resolução criativa de problemas cotidianos.
Os dados sugerem que a escola de samba opera como um ambiente de aprendizagem não formal: os conhecimentos observados não são transmitidos através de aulas convencionais, mas por meio da participação direta nas atividades da escola. Essa lógica aproxima-se das perspectivas empiristas de Ingold, segundo as quais o saber emerge do fazer e da experiência vivida (INGOLD, 2000; INGOLD, 2011). Também foi possível perceber que muitos conhecimentos permanecem invisíveis quando a escola é analisada apenas sob a ótica do carnaval. A observação de seu cotidiano revelou competências relacionadas à criatividade, sustentabilidade, colaboração e preservação cultural.
As observações realizadas na Acadêmicos da Orgia dialogam com iniciativas observadas em outras escolas de samba e projetos carnavalescos. Programas de capacitação promovidos junto à comunidade carnavalesca de Porto Alegre demonstram que conhecimentos relacionados à percussão, dança, corte e costura, marcenaria e gestão já são reconhecidos como potenciais fontes de qualificação e geração de renda. Da mesma forma, práticas de reaproveitamento de fantasias e materiais evidenciam a existência de uma cultura de adaptação e reutilização de recursos amplamente presente no universo carnavalesco. Essas evidências reforçam a compreensão do molejo como uma capacidade coletiva produzida pela experiência cotidiana.
A partir das evidências reunidas, o molejo passou a ser compreendido como uma capacidade coletiva construída na experiência, na participação e nas relações cotidianas da comunidade. Tal interpretação dialoga com Ingold (2011), ao reconhecer o aprendizado como resultado do fazer, e com Sanders e Stappers (2012), ao valorizar os conhecimentos produzidos coletivamente. Nesse contexto, o molejo surge como uma capacidade coletiva que articula criatividade, adaptação, colaboração e reaproveitamento de recursos. Essa compreensão aproxima-se da noção de bricolagem proposta por Lévi-Strauss, segundo a qual a criação acontece pela combinação e reinvenção dos recursos disponíveis, produzindo novas soluções a partir das condições concretas encontradas no cotidiano (LÉVI-STRAUSS, 1989).
CONTRIBUIÇÕES FINAIS, APRENDIZAGEM E FUTUROS
O Método de Cartografia do Molejo Comunitário propõe uma forma de identificar e valorizar conhecimentos tácitos presentes em comunidades culturais, partindo daquilo que as pessoas fazem, criam e constroem em seu cotidiano. Diferentemente de abordagens voltadas à identificação de problemas ou carências, o método busca cartografar capacidades comunitárias de adaptação, improvisação, reaproveitamento e inovação que emergem da experiência vivida. Ao tornar visíveis práticas frequentemente naturalizadas pelos próprios grupos que as produzem, a metodologia contribui para reconhecer e fortalecer os saberes que sustentam a permanência e a relevância cultural das escolas de samba em seus territórios. A pesquisa evidencia que a Escola de Samba Acadêmicos da Orgia possui potencial para atuar como um espaço de educação comunitária, formação cultural e fortalecimento da memória afro-gaúcha. A proposta das Aulas de Molejo pode ampliar a participação de crianças e jovens e fortalecer vínculos entre a escola de samba e a Escola Criativa Oliveira Silveira.
Os achados representam uma aproximação inicial ao território e à realidade da Escola de Samba Acadêmicos da Orgia, pois o tempo disponível para a pesquisa não permitiu acompanhar todas as etapas, eventos e dinâmicas que acontecem ao longo do ano, o que poderia revelar outras nuances dos saberes e práticas da comunidade. Além disso, uma convivência mais prolongada e a realização de mais conversas presenciais e aprofundadas poderiam trazer histórias, percepções e significados que dificilmente emergem apenas em contatos pontuais, contribuindo para uma compreensão ainda mais rica dos saberes do molejo.
A epistemologia empirista ocupa uma posição de diálogo com outros chapéus epistemológicos ao compartilhar o interesse pela compreensão do território a partir da experiência, ainda que por caminhos distintos. Sua maior proximidade está com a ancestralidade e o feminismo. Com a ancestralidade, compartilha a valorização dos saberes produzidos na prática e transmitidos entre gerações; com o feminismo, a atenção aos saberes situados, às relações de cuidado e aos conhecimentos frequentemente invisibilizados.
O diálogo com os algoritmos ocorre na valorização das evidências como base para a produção de conhecimento. A diferença está na origem dessas evidências: enquanto os algoritmos dependem de dados digitais, o empirismo se apoia na observação direta e na experiência cotidiana, permitindo acessar práticas, relações e conhecimentos que nem sempre deixam rastros digitais.
Em relação ao pluriverso, ambas as perspectivas valorizam o território vivido, mas por escalas distintas. O empirismo concentra-se nas práticas observáveis da comunidade, enquanto o pluriverso amplia o olhar para as relações entre a escola de samba e os diversos atores que compartilham seu entorno.
A maior distância ocorre em relação ao biocentrismo. Embora ambas utilizem a observação como ferramenta de compreensão, o empirismo mantém foco nas experiências humanas, enquanto o biocentrismo desloca a atenção para as relações entre natureza, território e cultura. Dessa forma, o empirismo ocupa uma posição intermediária entre os demais chapéus, contribuindo para compreender os saberes produzidos no cotidiano e dialogando com perspectivas complementares que revelam dimensões da realidade que, isoladamente, ele não seria capaz de captar.
Embora o presente estudo tenha sido desenvolvido a partir da realidade observada na Escola de Samba Acadêmicos da Orgia e de materiais disponibilizados sobre os contextos de outras escolas, a proposta das Aulas de Molejo possui potencial para se tornar um modelo replicável em outras escolas do Território do Samba de Porto Alegre. A partir da cartografia dos saberes locais, cada comunidade poderia identificar suas próprias práticas, conhecimentos, histórias e talentos para transformá-los em experiências educativas voltadas à criatividade, à inovação, ao fortalecimento da cultura afro-brasileira e ao engajamento das novas gerações. Dessa forma, o Método de Cartografia do Molejo Comunitário pode ser aplicado em diferentes escolas do Território do Samba, produzindo cartografias próprias a partir das particularidades de cada comunidade. A partir dessas cartografias, podem surgir diferentes versões das Aulas de Molejo, adaptadas aos saberes, histórias e práticas de cada escola.

Figura 3: Fachada da escola de samba Fidalgos e Aristocratas.
Fonte: Acervo das autoras (2026)
Ao longo do processo, o grupo compreendeu que a potência da escola de samba vai muito além do desfile carnavalesco. A pesquisa permitiu perceber que conhecimentos relacionados à criatividade, colaboração, improvisação, reaproveitamento de recursos e organização comunitária são constantemente produzidos e transmitidos naquele espaço. A principal aprendizagem foi reconhecer que esses saberes, muitas vezes vistos apenas como atividades cotidianas da escola, possuem um forte potencial educativo e podem ser traduzidos em experiências de aprendizagem significativas para para a valorização, continuidade e fortalecimento das escolas de samba como espaços de cultura, memória e comunidade.
REFERÊNCIAS
BACON, Francis. Novum organum. São Paulo: Nova Cultural, 1999.
HUME, David. Investigação sobre o entendimento humano. São Paulo: Editora UNESP, 2004.
INGOLD, Timothy. The perception of the environment: essays on livelihood, dwelling and skill. London: Routledge, 2000.
INGOLD, Timothy. Being alive: essays on movement, knowledge and description. London: Routledge, 2011.
INGOLD, Timothy. Making: anthropology, archaeology, art and architecture. London: Routledge, 2013.
LOCKE, John. Ensaio acerca do entendimento humano. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
SANDERS, Elizabeth B.-N.; STAPPERS, Pieter Jan. Co-creation and the new landscapes of design. CoDesign, v. 4, n. 1, p. 5-18, 2008.
SANDERS, Elizabeth B.-N.; STAPPERS, Pieter Jan. Convivial toolbox: generative research for the front end of design. Amsterdam: BIS Publishers, 2012.
LÉVI-STRAUSS, C. O pensamento selvagem. . Campinas: Papirus, 1989.
BARAUNA, Debora. Devires do Design Estratégico no paradigma da sustentabilidade e inovação. In: DESIGN ESTRATÉGICO EM TRANSIÇÃO. Porto Alegre, 2025.
PREFEITURA DE PORTO ALEGRE. Programa oferece cursos gratuitos à comunidade carnavalesca. Porto Alegre, 23 jan. 2020. Disponível em: <https://prefeitura.poa.br/smc/noticias/programa-oferece-cursos-gratuitos-comunidade-carnavalesca>. Acesso em: 8 jul. 2026.
SOCIEDADE RECREATIVA BENEFICENTE CULTURAL FIDALGOS E ARISTOCRATAS. Sociedade Recreativa Beneficente Cultural Fidalgos e Aristocratas. Mapa da Cultura, 2024. Disponível em: <https://mapa.cultura.gov.br/espaco/100206/>. Acesso em: 8 jul. 2026.
SOCIEDADE RECREATIVA BENEFICENTE CULTURAL FIDALGOS E ARISTOCRATAS. Portfólio Social Avante Fidalgos. Porto Alegre, 2021. Documento institucional.
G1. Quase 50 mil fantasias são recicladas após desfile de escolas de samba; adereços serão usados em blocos no interior e até em MG. G1 Espírito Santo, 9 fev. 2024. Disponível em: <https://g1.globo.com/es/espirito-santo/carnaval/2024/noticia/2024/02/09/quase-50-mil-fantasias-sao-recicladas-apos-desfile-de-escolas-de-samba-aderecos-serao-usados-em-blocos-no-interior-e-ate-em-mg.ghtml>. Acesso em: 8 jul. 2026.
Programa: PPGDesign | Unisinos
Disciplina: Métodos Avançados de Pesquisa em Design
Briefing: Território do Samba de Porto Alegre/RS
Atividade: 6 Chapéus Epistemológicos e a Pesquisa em Design Estratético
Professores: Dra. Debora Barauna e Dr. Tiago Ricciardi Correa Lopes
Semestre: 2026-1











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