A paz com o estrondo que se segue
- Lucia Kaplan
- 16 de dez. de 2020
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A partir desse experimento, fica claro que dividir a dimensão técnica da dimensão social dos artefatos na prática do design é uma tarefa penosa e um tanto contra-produtiva. Usando o experimento como metáfora, é como tentar passar um universo pela boca de um balão. Sugere-se a ruptura das dicotomias, o estourar dos balões, a paz com o estrondo que se segue, o encontro e o convívio com o caos. Ao relativizar os extremos do social e do técnico, do humano e do não humano, do material e do imaterial, abrem-se possibilidades de novas práticas.
Referência:
Meyer, G. A Experimentação como Espaço Ambivalente de Antecipação e Proposição de Controvérsias. Revista Estudos em Design. Rio de Janeiro: v.26/n.1, p. 29–47. 2018
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